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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Citação: Perdendo Filhos - Nancy Pearcey

Nancy Pearcey
""Perdemos a cultura" e continuamos perdendo nossos filhos. A história trágica e repetitiva é que os jovens crentes, criados em lares cristãos, vão para a faculdade e abandonam a fé. Porque este padrão é tão comum? Em grande parte, porque eles não foram ensinados a desenvolver uma cosmovisão bíblica. Em vez disso, o cristianismo é restrito a uma arca especializada de crença religiosa e devoção pessoal.

Recentemente li um exemplo notável. Em uma certa escola secundária cristã americana, um professor de teologia colocou-se à frente da sala de aula e, de uma lado do quadro-negro, desenhou um coração, e do outro, um cérebro. Os dois desenhos ocupavam partes iguais do quadro. Virando-se para a classe disse: O coração é o que usamos para a religião, ao passo que fazemos uso do cérebro para a ciência.

Uma história apócrifa? Uma caricatura de anti-intelectualismo cristão? Não, a história foi narrada por uma jovem que naquele dia estava na sala.

Pior, entre uns duzentos alunos, e ela foi a única que contestou. Pelo visto, os demais não acharam nada incomum restringir a religião ao domínio do "coração".

Na função de pais, pastores, professores e líderes cristãos de grupos de mocidade, vemos constantemente os jovens humilhados pela contracorrente de tendências culturais poderosas. Se tudo o que lhes dermos for uma religião do "coração", não serão bastantes fortes para se oporem à isca de ideias atraentes e perigosas. Os jovens crentes também precisam de uma religião do "cérebro" - educação em cosmovisão e apologética - para equipá-los na análise crítica de cosmovisões concorrentes que eles encontrarão no mundo a fora. Se estiverem prevenidos e armados, os jovens pelo menos terão a chance de lutar quando forem a minoria entre os companheiros de classe ou colegas de trabalho. Educar os jovens a desenvolver uma mente cristã já não é opção; é parte indispensável do equipamento de sobrevivência."


Nancy Pearcey. Verdade Absoluta. Pp. 14-15.

Minhas impressões sobre o Existencialismo

Do texto: “O existencialismo é um humanismo” de Jean Paul Sartre
“O existencialismo é uma corrente filosófica e literária que destaca a liberdade individual, a responsabilidade e a subjetividade do ser humano. O existencialismo considera cada homem como um ser único que é mestre dos seus atos e do seu destino” (Fonte: A mais confiável de todas – WIKIPÉDIA)
Corrente filosófica sistematizada por Jean Paul Sartre (1905 - 1980) que parte da fenomenologia de Husserl para basear epistemologicamente suas teses. De acordo com a proposta de Sartre, a existência precede a essência.
O existencialismo sartreano recebeu críticas por parte dos cristãos e comunistas com o argumento de que ele era uma doutrina burguesa, individualista. Sartre rebatia essas críticas afirmando que o que chocava sociedade era a sua “dureza otimista”. Ainda assim, o existencialismo era associado à uma coisa feia, pesada por parte da maioria dos leigos.
Sartre faz a distinção entre os seres “Em Si” e “Para Si”, no sentido que, os seres em si apenas existem e não se definem, ao passo que os seres Para Si primeiro existem e depois se definem. Essa definição ontológica se dá pelas vivências. Assim, apenas os seres humanos têm a capacidade de se definir, sendo diferentes dos seres E Si (uma cadeira, por exemplo). A existência humana está diretamente atrelada à consciência, herança do cogito de Agostinho e Descartes (“Cogito, ergo sum” – “Penso, logo existo”).
A poética sartreana, a meu ver, se encontra na afirmação de que “o homem está condenado à liberdade”. Essa afirmação demonstra claramente um lado extremo da temática.
Logo, a temática da liberdade está diretamente atrelada à noção de responsabilidade. Para o existencialismo sartreano o homem é livre, mas é responsável por seus atos, tanto que fica famosa a máxima do autor: “Você pode fazer o que quiser, desde que assuma o que fizer”. Logo, Sartre resgata a responsabilidade humana, colocando o homem no centro de sua vida, dono de seu destino, e senhor de suas atitudes.
As palavras chaves no existencialismo são: Liberdade, responsabilidade e possibilidade.
O homem é livre à medida em que toma consciência de suas possibilidades, tornando ao mesmo tempo responsável por sua liberdade.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A ciência é onipotente? Craig Vs. Atkins - Embate de Ph.D's


Simplesmente o vídeo de uma genialidade do Filósofo Willian Lane Craig, Ph.D. em debate com o exponente do ateísmo Peter Atkins, Ph.D em química e um dos maiores defensores do ateísmo do mundo.
Sem dúvida Craig sagra-se ao lado de Alvin Plantinga como um dos maiores filósofos cristãos da atualidade.